| .As Maravilhas do País de Alice. |
|
. Sou alegre. Nem sempre feliz, mas sobretudo alegre. Minha característica marcante é a indecisão. Preciso que me amem. Meu cachorro, meu irmão. Não viveria sem meus amigos. Muito raramente grossa e às vezes estúpida. Não sou esnobe. Gosto de elogiar as pessoas. Sou relativamente simples. Adoro melancia. Música é a minha vida. Sonho em tocar piano um dia. Adoro carros grandes. Sonho em ter um jipe lindo e só meu. Sou loucamente atraída por doces. Adoro tomar sorvete de tarde. Tenho pavor de dentista. Queria ser escritora. Queria viver da música. Geralmente amo muito mais do que devo. Sou extremamente sensível a tudo o que ocorre à minha volta. Amo os meus e todos os cães do mundo. Queria dar uma fazenda para minha mãe. Preciso do carinho das pessoas. Reparo em tudo à minha volta. Sou muito observadora. Faço amizade com certa facilidade. Me entrego às minhas amizades. Às vezes sofro por amar demais. De vez em quando entro em depressão. Muito raramente sou determinada. Sou preguiçosa. Espero as coisas virem à mim. Agradeço a Deus pela voz da Marisa Monte e do Renato Russo. Amo Legião Urbana. Queria ser menor. Adoro receber elogios. Sou uma ostra com meus sentimentos. Adoro ouvir, tudo e à todos. Sou muito inconstante. Amo comer. Adoro sucos. Não gosto de mortadela. Queria ter uma casa na serra. Queria morar no último andar de um prédio de vinte andares. Sou apaixonada por Caetano, Ana Carolina, Bethânia, Marisa Monte e Adriana Calcanhoto. Adoro paisagens. Queria ser fotógrafa. Amo fotografia. Adoraria ter uma voz como a de Elis. Fico louca da vida com moscas e mosquitos. Odeio o calor. Amo o frio. Acho lindo homem de óculos. Preciso muito da luz de Deus no meu caminho. Me decepciono muito fácil com as pessoas. Amo o Garfield. Amo viajar. Acho muito difícil, mas se por acaso eu vier a casar algum dia, minha primeira lua-de-mel será na Itália, a segunda no Egito e a terceira nos Alpes Suíços. Tenho verdadeira adoração pela minha irmã. Queria ter mais paciência com meus pais. Não tenho medo da morte para mim. Morro de medo de perder as pessoas que amo. Adoro ler e escrever poesias. Amo o Romantismo. Odiei ter que prestar vestibular. Só gosto de balas mastigáveis. Não tomo café. Queria ter todos os CDs do Caetano. Gosto de estudar. Adorava ver Sai de Baixo. Adoro rir. Rio à toa. Vou de um extremo à outro com muita facilidade. Dificilmente discuto com alguém. Adoro ver filme até tarde. Adoro dormir muito. Preciso ficar sozinha. Sou apaixonada pela minha cama. Morro de medo de ser assaltada. Adoro ler, e muito. Não gosto de andar a pé. Não gosto de andar de ônibus, principalmente à noite. Adoro surpresas boas. Pouquíssimas pessoas me surpreendem. Amo chocolate. Fico muito feliz quando vão à minha casa. Adoro voltar da cidade de van. Às vezes sou influenciável. Amo sinceridade. Gosto muito quando as pessoas sentem falta de mim. Adoro quando elogiam a minha voz. Sou extremamente insegura. Tenho fixação por todo tipo de material escolar. Adoro sextas-feiras. Adoro comer pizza fora. Adoro pernas e olhos. Serei uma eterna admiradora das cores. Adoro bateria. Queria muito ter conhecido o Renato Russo. Adoro "inventar moda". Adoro aprender. Falo sozinha com muita facilidade. Adoro loucamente arroz à piomontese com frango à cubana. Adoro meu aparelho de som escandalosamente potente. Fico extremamente feliz e orgulhosa por ter me formado em História da Arte na Uerj. Odeio, com todas as minhas forças, acordar cedo. Odeio halls. Adoro, e muito, queijo e presunto. Odeio indiferença. Adoro figo em calda. Não suporto ser desprezada. Gosto de biologia e química. Nunca aprendi física. Sou uma beterraba em computadores e em inglês, mas não vivo mais sem internet. Sou vascaína. Adoro ouvir música alta. Poucas coisas me fazem tão feliz como comer um Chedar antes de ir ao cinema. Tenho verdadeira fixação pela combinação azul e laranja. Estou aprendendo a ser menos ciumenta. Gosto de ser inteligente. Sempre sonho em como será a minha casa. Às vezes sou ingênua. Sou irresponsável. Gosto de ajudar as pessoas. Dificilmente peço ajuda. Preciso que as pessoas tenham paciência comigo. Tenho uma imaginação pra lá de fértil. Adoro passear. Adoro ir ao Barrashopping. Se pudesse gastaria fortunas em roupas e cosméticos. Preciso entrar na ginástica. Odeio ginástica. Tenho mania de escrever pedaços de músicas em todos os lugares. Meu maior sonho já foi realizado: ir a Roma. Não gosto de decepcionar as pessoas . Adoro fazer aniversário. Queria mais dinheiro para poder dar mais presentes. Não saio de casa sem levar minha chave, cartão telefônico e celular. Adoro receber presentinhos. Não gosto do orgulho das pessoas e muito menos do meu. Amo receber cartas. Acredito que tudo o que nos acontece é sempre o melhor possível. Entro em êxtase quando vou à algum show. Adoro casas com salas espaçosas. Acho super legal festas surpresas. Trago sempre comigo a mania de cumprimentar tanto o sol quanto a lua. Ainda terei um ateliê só meu. Queria ir mais vezes ao teatro. Não sei porquê, mas acredito que se Deus fosse uma música, seria com certeza a Nona Sinfonia de Beethoven. Adoro tomar banho de chuva. Adoro ar condicionado. Não gosto de rock. Adoro falar bobagens. Sou muito feliz por ter um telefone. Só gosto de praia à tardinha. Adoro a minha piscina. Me divirto em excursões. Admiro as calculadoras. Adoro ficar à toa. Gosto e preciso me sentir especial. Odeio ser igual aos outros. Odeio lavar louça. Adoro artes plásticas. Ainda irei aprender a pintar quadros à óleo. Não esqueço nomes. Não gosto quando trocam o meu. Gosto de ser exclusiva. Ainda sou um pouco possessiva. Sou muito calma. Tento me controlar. Queria muito ter uma calça preta que não desbotasse nunca. Sou extremamente curiosa. Possuo uma fobia inexplicável de engarrafamentos. Adoro conquistar pessoas difíceis. Odeio meninas melosas. Amo a poesia de Vinícius de Moraes, Tom Jobim e Fernando Pessoa. Queria ter nascido loura. Gosto de um mistério. Admiro a independência das prateleiras e das portas. Adoro usar vestidos. Adoro andar de carro. Adoro livros. Sou chegada à uma bagunça. Pouquíssimas pessoas me entendem. Adoro o lado psicológico da vida. De vez em quando bato altos papos com meu cabelo. Quase não sinto inveja. Preciso cantar. Uma lata de leite condensado me faz muito feliz. Adoro o Jô Soares, Miguel Falabela e Marília Gabriela. Se pudesse viveria só de biscoitos, doces e frutas. Fico irritada quando sinto dor. Adoro o céu e suas estrelas. Não gosto de tomar remédio. Acho lindo o escudo do Vasco. Adoro pintar unha. Odeio tábuas de passar roupas. Admiro a malícia das mulheres. Prefiro os CDs gravados ao vivo. Amo receber um abraço forte. Adoro ver filmes. Tenho fixação por vozes bonitas. Adoro conhecer lugares novos e encantadores. Adoro levar pessoas a lugares novos e encantadores. Quase não acredito no amor. Só uso sapatos confortáveis. Adoro canecas coloridas e argolas. Gosto demais dos meus dois primeiros nomes. Amo trabalhar em museus. Odeio abelha e marimbondo. Gosto de dormir com roupas claras. Adoro piada sem graça. Sou apaixonada pela minha grande família, principalmente pelos meus primos lindos. Odeio advocacia. Fico feliz à toa. Música pra mim é um negócio muito sério. Tenho paixão por bolsas diferentes. Preciso estar confortável. Não gosto de falar muito de mim... |
Domingo, Maio 30, 2004
"A sua falta chega a fazer um buraco no chão. Buraco onde eu tropeço a toda hora. Se a lua tá bonita eu penso em você. Buraco que não perdoa minha distração enganando meus pés e eis que estou de volta ao chão. Criança que aprende a andar de bicicleta sem rodinha. Tombo inevitável a cada hora em que olho pra trás e você não está. Meu desequilíbrio iminente. Esse desespero permanente de saber-se mais uma vez ralada no joelho e na alma. Esse osso quebrado de um jeito doído a machucar o coração e a calma, me fazendo chegar em casa aos prantos, como nos tempos de Pogobol. Logo eu que tenho pavor de hospital. Será que não dava pra gente brincar de outra coisa?" Quarta-feira, Maio 26, 2004
Dedicatórias e boas vindas a visitantes ilustres... "E pensou que jamais seria a mesma. Nunca mais voltaria a sonhar com as mesmas paisagens de antes. Seu coração fora modificado como quem acrescenta pigmento demais ao matiz. Não dá pra voltar. O preto que suja o amarelo pra sempre. A água sanitária que desbota o jeans em definitivo. Assim vão se passando os dias. Manchados. Desbotados. Sujos de uma tristeza que não dá mais pra tirar, por mais que se ensaboe. Por mais que se esfregue. Nódoa de café que macula o branco da camisa que ainda há pouco você iria usar. Mudança de roupa. Mudança de planos. A vida muda seu rumo bem depressa, às vezes dando curvas memoráveis. Logo você, que nunca imaginou passar por este caminho, agora se vê perdido entre trilhas de um lobo mau gigante. Sem nenhum tipo de proteção. Sem maiores companhias. Difícil é viver a vida quando se tem as mãos atadas por um sonho impossível. O desejo de antes vira mágoa de agora e tudo se perde como água inodora que escorre sem pena pelo ralo. Sim, porque pra torneira ela não volta mais. Nem se quisesse. Culpa da gravidade da situação que forçaram as coisas a acontecerem dessa forma. Você lava o pincel. Compra uma tela nova. Fica olhando bem pra ela antes de tomar alguma decisão. Imagina como seria se tudo não tivesse saído tão borrado como na vez anterior. Viver é doer com os erros nossos e dos outros numa eterna comunhão de felicidades malfeitas e esperançosas. Porque sim, sempre haverá uma próxima vez. Agora, de frente pra tela branca, você pensa na sua solidão e em todas as possibilidades de colori-la. É duro porque você não queria ter mudado o tom das coisas e por mais que tente agora, será impossível encontrar a mesma claridade e exatidão daquela cor de outrora. Aquela sim é que era perfeita. Por que fora deixar manchar? Por que não a tomou de cuidados como quem cuida de uma tela original de Monet? Nosso amor era digno de uma obra de arte e se acostumar com uma imitação barata vai ser osso duro de roer. O lance agora é começar tudo de novo à procura de uma nova nuance. De novas técnicas de desenho. É tentar restaurar desde a moldura sem se preocupar com o cheiro verniz que lembra veneno. É deixar as cores se encontrarem e novamente se harmonizarem quem sabe numa paisagem ainda mais bonita. Mais cheia de confiança. É se inspirar e acreditar na imagem da tempestade que logo virá trazer a certeza da bonança." (.Alice Venturi. .Pintura íntima. 19/11/2003 - 02:54h.) Segunda-feira, Maio 24, 2004
Frase da semana: "A dor é inevitável. O sofrimento, opcional." Se a gente consegue se livrar um pouco que seja da agonia de um sofrimento é porque ele não era tão grande assim ou porque essa frase é realmente verdadeira? Quarta-feira, Maio 19, 2004
O bom filho à casa torna... Sim, eu voltei. Talvez para ficar. Andei sumida por uma série de fatores que estou pensando agora se poderiam interessar a alguém... Sendo assim, a quem interessar possa: O casamento de minha irmã. Engraçado porque nunca tinha visto de tão perto um casamento e seus preparativos. Eu apenas suspeitava o quão dispendioso, complicado, tenso e relativamente inútil é o circo que se forma em torno de uma celebração como essa. Observei o quanto pude, com olhar científico até, todas as transformações que sofre um casal de seres que resolvem viver toda uma existência juntos. Complicado. Não por eles, claro. Aline e Nilson permaneceram calmos, felizes e tranqüilos até mesmo na hora em que ela adentrou pelo tapete vermelho cantando uma canção bonita feita por ela exclusivamente para ele. Sim, foi lindo. Mas eu não chorei. "Produtora" que sou, tava preocupada demais torcendo pra ela não chorar no meio da música e estragar a cena. O que mais chamou a atenção foi o desespero até agora para mim ininteligível expressado pelos meus também adoráveis pais. Eu juro que não entendo como minha mãe pôde perder o sono pensando na cortina que ainda não tinha sido posta no apartamento deles - lindo, no Méier, tudo novinho e de ótimo gosto, graças a mim, claro. Ainda hoje me questiono se realmente foi verídica uma calorosa discussão que tivemos sobre nada mais nada menos que: - Mãe, eu acho inútil e um tanto sofrível pra Aline usar uma meia calça debaixo de mais 12 quilos de tecido... não tem necessidade, uma vez que com todo esse pano ninguém vai nem sonhar em ver se ela está descalça ou não... que dirá com meia-calça... branca... - CALA A BOCA ALICE QUE VOCÊ NÃO SABE DE NADA! PRA VOCÊ TUDO É INÚTIL! SE NÃO PODE AJUDAR, NÃO ATRAPALHA. NÃO FICA COLOCANDO ESSAS IDÉIAS NA CABEÇA DA SUA IRMÃ!!! Essas idéias... essas idéias... Essas idéias o quê? PRÁTICAS? Bom, o resto é bobagem contar, mas que isso me deixou com a pulga atrás da orelha, deixou... Tudo bem. Vai ver ela tinha razão... sei lá... só sei que depois disso eu procurei me meter o menos possível... eu e minhas idéias, que até hoje não sei se não eram realmente práticas ou se apenas não estavam de acordo com o surto maternal... Continuando a análise, me deparei também com um pai completamente descompensado pela iminente "perda" da filha. Coitado do Paulinho. Se bobiar, ainda está chorando pelos cantos até hoje. Essa semana ela disse que ia dormir aqui e ele só faltou soltar fogos. De dar pena... Será que pra ser pai tem que se amar desesperado assim? Credo, quero não. Na dúvida, não vou nem tentar... Tia está de bom tamanho. E por falar em tia, isso me lembrou o medo que Aline tem que eu não ame a filha dela, pode? Ela quer que eu seja a madrinha, mas fala assim: você não vai tratar ela que nem cachorro não, né? Vai ter paciência? Vai amá-la como se fosse sua filha? Vai levar ela pra passear? (Corre à boca miúda que eu não tenho lá muita paciência com crianças. E é verdade. Eu só gosto de algumas. Poucas. Muito poucas.) Digo filha porque ela ainda não aceita a idéia de que pode vir a ter Pedro em vez da tão sonhada Beatriz. É, é isso. Ela tem medo de que eu não ame a Beatriz, que ainda nem nasceu. Ai ai... ninguém merece... Um dia ainda dedico um post especialmente para as pérolas de minha amada irmã. Ela é sensacional... Acabei de perceber também o quão falativa estou hoje. Acho que é pra compensar todos os dias de silêncio. Falei tanto que nem consegui chegar ao segundo motivo pelo qual andei sumida dessas terras virtuais. Mas acho que isso pode ficar pra uma outra vez. Semana que vem a gente continua? Segunda-feira, Maio 17, 2004
Iluminando esperanças imprescindíveis... "Para quem bem viveu o amor Duas vidas que abrem, não acabam com a luz São pequenas estrelas que correm no céu Trajetórias opostas sem jamais deixar de se olhar É o carinho guardado num cofre de um coração que voou É o afeto deixado nas veias de um coração que ficou É a certeza da eterna presença Da vida que foi, na vida que vai É saudade da boa Feliz cantar Que foi, foi, foi Foi bom e pra sempre será Mais, mais, mais, Maravilhosamente amar" (Gonzaguinha) Eu sei que o blog tá abandonado. Calma que eu já venho.
|